02. Carta para a tua (primeira) paixão.
Isto é um pouco difícil. Podia escrever para ti, ou podia escrever para ti... Acho que vou escrever para ti. Ainda me lembro tão bem de ti, é como se fosse ontem. Afinal de contas, ainda nem sei qual vai ser o fim disto tudo. É provável que fique tudo na mesma, sem tirar nem pôr. Mas tu nunca quiseste saber não foi? Para ti foi tudo uma brincadeira. Aposto que, de cada vez que me disseste amo-te, não o dizias com todo o teu coração, apenas com uma pequena porção dele. E às vezes ainda sinto a tua falta. Parece que abres um grande poço de recordações em mim, e algumas delas, eu quero esquecer a todo o custo. Foi um amor verdadeiro. Existe quem diga, que quando se ama de verdade, esse amor nunca deixa de existir. Mas eu já não te amo. Sinto apenas uma grande empatia por ti. Preocupo-me contigo, como me preocupei durante todo aquele tempo incalculável. És o tipo de pessoa que eu nunca irei esquecer, por seres tão parecido contigo.
À sete meses atrás, despedia-me com um amo-te. Mas agora,
ATÉ SEMPRE.

1 comentário:
muito obrigado. já te estou a seguir no blogue e no tumblr também :)
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